Escalando um Design System Multi-Brand

Projetando uma arquitetura de tokens semânticos para escalar Light & Dark Mode em um ecossistema white-label.

Plataforma:

Plataforma:

Aplicativos Mobile White-Label

Aplicativos Mobile

White-Label

Meu Papel

Product Designer

Product Designer

Duração

Duração

2 meses

Time

Time

Design + Engenharia

Desafio

O objetivo não era apenas implementar Dark Mode, mas reestruturar toda a arquitetura de cores do Design System para suportar múltiplas marcas white-label de forma escalável.


Os principais desafios eram:


  • Eliminar cores hardcoded dos componentes;

  • Desacoplar a identidade visual da estrutura do sistema;

  • Suportar Light e Dark Mode para diferentes marcas sem criar exceções;

  • Preservar consistência e acessibilidade.

O objetivo não era apenas implementar Dark Mode, mas reestruturar toda a arquitetura de cores do Design System para suportar múltiplas marcas white-label de forma escalável.


Os principais desafios eram:


  • Eliminar cores hardcoded dos componentes.

  • Desacoplar a identidade visual da estrutura do sistema.

  • Suportar Light e Dark Mode para diferentes marcas sem criar exceções.

  • Preservar consistência e acessibilidade.

Resultados

• Migração de 100% da biblioteca para Variáveis do Figma.

• Criação de temas independentes para cada marca (Light e Dark).

• Documentação da arquitetura para Design e Engenharia.
• Base escalável para Design System.

Resultados

• Migração de 100% da biblioteca para Variáveis do Figma.

• Criação de temas independentes para cada marca (Light e Dark).

• Documentação da arquitetura para Design e Engenharia.

• Base escalável para evolução do Design System.

• Migração de 100% da biblioteca para Variáveis do Figma.

• Criação de temas independentes para cada marca (Light e Dark).

• Documentação da arquitetura para Design e Engenharia.

• Base escalável para evolução do Design System.

100+

Variáveis de cor estruturadas

80+

Componentes tokenizados

Semanas → Dias

Tempo de adaptação de novas marcas

100+

Variáveis de cor estruturadas

80+

80+

Componentes tokenizados

Semanas → Dias

Tempo de adaptação de novas marcas

Auditoria do Design System

Antes de iniciar a migração, realizei uma auditoria para entender como as cores eram utilizadas.


  • Valores HEX aplicados diretamente nos componentes;

  • Baixo reaproveitamento entre produtos;

  • Identidade visual fortemente acoplada à interface;

  • Ausência de uma estrutura preparada para múltiplos temas.

Processo

Em vez de criar uma vers

ão paralela para Dark Mode, reorganizei completamente a arquitetura de cores inspirada no conceito de Design Tokens.


A estrutura passou a ser dividida em duas camadas:


Primitive Tokens

• Escalas tonais (Blue 50, Blue 100... Blue 900).


Semantic Tokens

• Intenção de uso (bg-surface-primary, color-text-secondary, color-border-default).


Com isso, os componentes passaram a depender apenas da intenção de uso do token, e não do valor da cor.


Tokenização completa da biblioteca:

Após definir a arquitetura, realizei a migração manual do Design System para variáveis do Figma, componente por componente:


• Backgrounds, textos, ícones, bordas, estados, overlays: tudo passou a consumir exclusivamente tokens semânticos.

Auditoria do Design System

Antes de iniciar a migração, realizei uma auditoria para entender como as cores eram utilizadas.


  • Valores HEX aplicados diretamente nos componentes;

  • Baixo reaproveitamento entre produtos;

  • Identidade visual fortemente acoplada à interface;

  • Ausência de uma estrutura preparada para múltiplos temas.

Processo

Em vez de criar uma versão paralela para Dark Mode, reorganizei completamente a arquitetura de cores inspirada no conceito de Design Tokens.


A estrutura passou a ser dividida em duas camadas:


Primitive Tokens

• Escalas tonais (Blue 50, Blue 100... Blue 900).


Semantic Tokens

• Intenção de uso (bg-surface-primary, color-text-secondary, color-border-default).


Com isso, os componentes passaram a depender apenas da intenção de uso do token, e não do valor da cor.


Tokenização completa da biblioteca:


Após definir a arquitetura, realizei a migração manual do Design System para variáveis do Figma, componente por componente:


• Backgrounds, textos, ícones, bordas, estados, overlays: tudo passou a consumir exclusivamente tokens semânticos.

Processo

Em vez de criar uma versão paralela para Dark Mode, reorganizei completamente a arquitetura de cores inspirada no conceito de Design Tokens.


A estrutura passou a ser dividida em duas camadas:


Primitive Tokens

• Escalas tonais (Blue 50, Blue 100... Blue 900).


Semantic Tokens

• Intenção de uso (bg-surface-primary, color-text-secondary, color-border-default).


Com isso, os componentes passaram a depender apenas da intenção de uso do token, e não do valor da cor.

A arquitetura foi organizada em modos independentes para cada marca.


Assim, os mesmos componentes passaram a ser reutilizados entre produtos, enquanto apenas os valores dos tokens mudavam conforme o tema ativo.


A identidade visual passou a ser responsabilidade do tema, não dos componentes.

Tokenização completa da biblioteca:


Após definir a arquitetura, realizei a migração manual do Design System para variáveis do Figma, componente por componente:


• Backgrounds, textos, ícones, bordas, estados, overlays: tudo passou a consumir exclusivamente tokens semânticos.

A arquitetura foi organizada em modos independentes para cada marca.


Assim, os mesmos componentes passaram a ser reutilizados entre produtos, enquanto apenas os valores dos tokens mudavam conforme o tema ativo.


A identidade visual passou a ser responsabilidade do tema, não dos componentes.


O teste de estresse: marcas saturadas


O mapeamento funcionava bem para marcas neutras, mas quebrava em identidades muito saturadas.


Solução: em vez de criar exceções por marca, os tokens passaram a referenciar diferentes níveis de uma mesma escala tonal conforme o tema ativo, preservando contraste, hierarquia e identidade sem aumentar a complexidade.

Acessibilidade

Toda a arquitetura foi validada utilizando as ferramentas de contraste do próprio Figma.


Esse processo garantiu que Light e Dark Mode mantivessem níveis adequados de contraste antes do handoff para Engenharia.

Trade-offs e Handoff

Decisões arquitetônicas:


  • Uso de tokens semânticos em vez de exceções por marca;

  • Componentes desacoplados da identidade visual por meio das Variáveis do Figma;

  • Temas independentes para Light e Dark Mode em cada marca;

  • Escalas tonais para preservar contraste em identidades saturadas;

  • Limitações estruturais documentadas em vez de solucionadas com adaptações pontuais.


Handoff:


Para facilitar a adoção pela Engenharia, entreguei:


  • Arquitetura de Design Tokens documentada;

  • Variáveis e temas organizados no Figma;

  • Diretrizes para Light e Dark Mode;

  • Regras de utilização de componentes e tokens;

  • Referência técnica para futuras evoluções do sistema.

Aprendizados

• Clareza semântica é mais importante que precisão visual em sistemas escaláveis;

• Componentes devem conhecer apenas a intenção de uso da cor, nunca seu valor

  • Produtos white-label exigem separar identidade visual da arquitetura do Design System;

  • Limitações arquitetônicas devem ser documentadas, não contornadas


O Dark Mode deixou de ser uma feature visual e passou a representar uma transformação estrutural na arquitetura do Design System, estabelecendo uma base reutilizável para múltiplos produtos, marcas e futuras evoluções da plataforma.

Acessibilidade

Toda a arquitetura foi validada utilizando as ferramentas de contraste do próprio Figma.


Esse processo garantiu que Light e Dark Mode mantivessem níveis adequados de contraste antes do handoff para Engenharia.

Trade-offs e Handoff

Projetar um Design System multi-brand exigiu equilibrar escalabilidade, simplicidade de implementação e consistência entre Design e Engenharia.


Decisões arquitetônicas:


  • Uso de tokens semânticos em vez de exceções por marca;

  • Componentes desacoplados da identidade visual por meio das Variáveis do Figma;

  • Temas independentes para Light e Dark Mode em cada marca;

  • Escalas tonais para preservar contraste em identidades saturadas;

  • Limitações estruturais documentadas em vez de solucionadas com adaptações pontuais.


Handoff:

Para facilitar a adoção pela Engenharia, entreguei:


  • Arquitetura de Design Tokens documentada;

  • Variáveis e temas organizados no Figma;

  • Diretrizes para Light e Dark Mode;

  • Regras de utilização de componentes e tokens;

  • Referência técnica para futuras evoluções do sistema.

Aprendizados

• Clareza semântica é mais importante que precisão visual em sistemas escaláveis;

• Componentes devem conhecer apenas a intenção de uso da cor, nunca seu valor

  • Produtos white-label exigem separar identidade visual da arquitetura do Design System;

  • Limitações arquitetônicas devem ser documentadas, não contornadas


O Dark Mode deixou de ser uma feature visual e passou a representar uma transformação estrutural na arquitetura do Design System, estabelecendo uma base reutilizável para múltiplos produtos, marcas e futuras evoluções da plataforma.

A arquitetura foi organizada em modos independentes para cada marca.


Assim, os mesmos componentes passaram a ser reutilizados entre produtos, enquanto apenas os valores dos tokens mudavam conforme o tema ativo.


A identidade visual passou a ser responsabilidade do tema, não dos componentes.

O teste de estresse: marcas saturadas

O mapeamento funcionava bem para marcas neutras, mas quebrava em identidades muito saturadas.


Solução: em vez de criar exceções por marca, os tokens passaram a referenciar diferentes níveis de uma mesma escala tonal conforme o tema ativo, preservando contraste, hierarquia e identidade sem aumentar a complexidade.

O teste de estresse: marcas saturadas


O mapeamento funcionava bem para marcas neutras, mas quebrava em identidades muito saturadas.


Solução: em vez de criar exceções por marca, os tokens passaram a referenciar diferentes níveis de uma mesma escala tonal conforme o tema ativo, preservando contraste, hierarquia e identidade sem aumentar a complexidade.



Acessibilidade

Toda a arquitetura foi validada utilizando as ferramentas de contraste do próprio Figma.


Esse processo garantiu que Light e Dark Mode mantivessem níveis adequados de contraste antes do handoff para Engenharia.

Trade-offs e Handoff

Decisões arquitetônicas:


  • Uso de tokens semânticos em vez de exceções por marca;

  • Componentes desacoplados da identidade visual por meio das Variáveis do Figma;

  • Temas independentes para Light e Dark Mode em cada marca;

  • Escalas tonais para preservar contraste em identidades saturadas;

  • Limitações estruturais documentadas em vez de solucionadas com adaptações pontuais.


Handoff:


Para facilitar a adoção pela Engenharia, entreguei:


  • Arquitetura de Design Tokens documentada;

  • Variáveis e temas organizados no Figma;

  • Diretrizes para Light e Dark Mode;

  • Regras de utilização de componentes e tokens;

  • Referência técnica para futuras evoluções do sistema.

Aprendizados

• Clareza semântica é mais importante que precisão visual em sistemas escaláveis;

• Componentes devem conhecer apenas a intenção de uso da cor, nunca seu valor

  • Produtos white-label exigem separar identidade visual da arquitetura do Design System;

  • Limitações arquitetônicas devem ser documentadas, não contornadas


O Dark Mode deixou de ser uma feature visual e passou a representar uma transformação estrutural na arquitetura do Design System, estabelecendo uma base reutilizável para múltiplos produtos, marcas e futuras evoluções da plataforma.

Create a free website with Framer, the website builder loved by startups, designers and agencies.